
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Friedrich Nietzsche.

quinta-feira, 10 de março de 2011
Harry Potter é para crianças, os tempos mudaram…
As coisas mudam. Os políticos trocam, as músicas trocam, as roupas trocam, mas algumas coisas serão sempre as mesmas. Em uma época infanto-juvenil foi legal para uma geração crescer sob a luz de J.K. Rowling e a passagem mágica da infância para a pré-adolescência. Agora chega uma nova fase com uma nova franquia da adolescência para a fase adulta. Apesar de não ter lido o livro – o que fará dessa crítica muito mais pobre e talvez parcial por demais – tive uma doce e favorável impressão de que surge uma nova fase de filmes que vai engolir a franquia Harry Potter por inteiro. As comparações são inevitáves, mas ambos são sigulares nas suas formas. A obra de Stephenie Meyer é a primeira parte de uma série de livros que já tem promissoramente sua continuação aprovada na sua semana de estréia nos States, tamanho o sucesso.
Em Crépúsculo somos apresentados a Bella Swan, uma adolescente reclusa que se muda para Forks, uma cidade no interior de Washington. Lá ela tenta miseravelmente se integrar ao seu segundo ano do High School quando conhece Edward Cullen. Edward é também muito solitário, de aparência e hábitos peculiares e só anda junto a sua família, os Cullen. Não é até um dia em que Bella descobre a verdadeira natureza Edward enquanto ele salva a vida “empurrando” um carro, que eles realmente se descobrem e passam a se envolver romaticamente. No que Bella entende que Edward é na verdade um vampiro com mais de 100 anos de idade, o seu envolvimento começa a ter consequências nefastas para ambos que teram de enfrentar em seus dois mundos as dificuldades para se manterem juntos.
Pode falar: “ooouuuunnn”. Realmente, é um filme com romance de mais e sobrenatural de menos, mas exatamente por isso foge da forçação de barra paranormal de sempre e dá um toque mais realístico a história. A diretora Catherine Hardwicke fez um trabalho primoroso em vários sentidos, desde a ambientação até a escolha das músicas. Tudo ficou poeticamente mais perfeito do que o possível para uma história tão simples de romance adolescente. Kristen Stewart é minha tetéia do coração. Esse jeitinho dela meio tom boy é ao mesmo tempo estranho mas singularmente atraente. Mesmo com seus recentes problemas com drogas, tá tudo nos conformes no filme. A surpresa da vez ficou por conta de Robert Pattinson que evoluiu incrivelmente desde seu pequeno papel como Cédrico em Harry Potter. Ele passa a todo momento o que está sentindo mesmo com olhares e gestos sutis. Um show de atuação realmente. Surpreendente de várias formas. Os outros atores menos conhecidos deram um background legal para a série, tanto a família Cullen quanto o bandidão James interpretado por Cam Gigandet. A novatíssima Ashley Greene é minha nova favorita e com certeza vai figurar bem alto no meu ranking pessoal de gostosas. Extra “nhui” (by Judão).
O que dizer do filme como um todo? Romance clássico adolescente. Impedimento amoroso. Sofrimento dos personagens pelo impedimento. Universo High School. Mas tudo fica meio diluído pelo contexto sobrenatural. Bella e Edward são contradições ambulantes. Ela uma reclusa que quer se aproximar e ele um “predador” que quer salvar uma possível presa. Os personagens em si são todos cativantes, do pai de Bella aos Cullen. Aliás, a família vamírica mais simpática já vista nas telonas em muito tempo. Dá vontade de fazer parte mesmo. Quanto as poucas cenas de ação foram no mínimo vibrantes. Tanto o jogo de baseball em meio aos trovões quanto as batalhas finais foram apoteóticas mesmo sem os grandes efeitos e computadores de Hollywood. Aliás, ficou surpreendente como um filme tão mítico e sobrenatural teve tão pouca computação gráfica.
Quem leu os livros falou que vários momentos retratados apenas com olhares e passagens rápidas só são melhor compreendidos por quem leu. Como não li, vou me abster de críticas a respeito da adaptação. Até agora não ouvi grandes reclamações, mas é cedo para dizer.
Crepúsculo já é sucesso de público e crítica mundialmente. Tanto que sua continuação baseada no segundo livro, Lua Nova, já está engatilhada. A diretora original foi chutada na estréia do filme, por ter tido problemas – lê-se faniquitos de estrelismo – com a produção e o diretor Chris Weitz de A Bússola de Ouro já foi contratado para dirigir. Esta tem tudo para ser a próxima grande franquia a competir com Harry Potter, tanto que o filme do Bruxinho foi adiado para o próximo verão para não bater de frente com o novo romance adolescente. Acompanhemos de perto, mas no momento eu só posso recomendar COM FORÇA que vão aos cinemas assistir Crepúsculo já! Eu vou estar procurando ler os livros o mais rápido possível nessas férias para não perder nada.
A estrada da noite
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
ON THE ROAD DE JACK KEROUAC DO LIVRO PARA O CINEMA NA MÃO DO BRASILEIRO WALTER SALLES,por weliton
Fonte: UOL
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
LIVRO REUNE CAPAS DE DISCOS DE BOSSA NOVA DOS ANOS '60,por weliton
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
TOM WAITS ENTRA NO MUNDO DA LITERATURA COM POESIA E MORADORES DE RUA,por wéliton
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domingo, 31 de outubro de 2010
campanha: vamos ler menos!
A leitura nos deixa incapazes de aceitar nossa realidade; tira nossa vida tranquila e nos direciona ao mal; faz com que ganhamos consciência e teríamos que ficar exigindo nossos direitos. Não leia!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
SEU MADRUGA: VILA E OBRA,por wélinton
– Ele agora é mais que um ícone pop. Nas ruas, há mais camisetas com o rosto do Madruga do que com a foto do Che Guevara – arrisca. – O interessante é que essa identificação superou um bloqueio histórico que os brasileiros tinham com a cultura mexicana, que aqui sempre foi sinônimo de dramalhão, de coisa brega. Costumo dizer que o Chaves conseguiu unificar a América Latina, algo que o (Hugo) Chavez não conseguiu.
O LIVRO DOS MORTOS DO ROCK'N'ROLL,por wélinton
Jim Morrison havia abandonado o The Doors e estava tentando ressurgir como poeta, mas encontrava-se em um impasse criativo. Embora fosse um ávido consumidor de drogas, Morrison sempre evitou a heroína. Teria ele tomado de forma consciente uma overdose fatal naquela noite em Paris? Teria sua esposa viciada, que enganou a polícia francesa e organizou um funeral às pressas, se suicidado dois anos depois em virtude de alguma culpa inconfessável?terça-feira, 19 de outubro de 2010
Clássicos da literatura brasileira

Iracema – José de Alencar
Macunaíma – Mário de Andrade
Grande sertão: veredas – Guimarães Rosa
Dom Casmurro – Machado de Assis
O Cortiço – Aluísio Azevedo
A hora da estrela – Clarice Lispector
O Alienista – Machado de Assis
Entre muitos outros, esses clássicos contam muito mais que histórias fictícias, eles também nos mostram como era nosso país. È sempre bom ler o que gostamos, mas precisamos também refinar esse gosto e começar a ler obras que têm como pano de fundo tudo que nos remete ao que realmente somos.
Literatura Brasileira
Quinhentismo (século XVI)
Representa a fase inicial da literatura brasileira, pois ocorreu no começo da colonização. Representante da Literatura Jesuíta ou de Catequese, destaca-se Padre José de Anchieta com seus poemas, autos, sermões cartas e hinos. O objetivo principal deste padre jesuíta, com sua produção literária, era catequizar os índios brasileiros. Nesta época, destaca-se ainda Pero Vaz de Caminha, o escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral. Através de suas cartas e seu diário, elaborou uma literatura de Informação ( de viagem ) sobre o Brasil. O objetivo de Caminha era informar o rei de Portugal sobre as características geográficas, vegetais e sociais da nova terra.
Essa época foi marcada pelas oposições e pelos conflitos espirituais. Esse contexto histórico acabou influenciando na produção literária, gerando o fenômeno do barroco. As obras são marcadas pela angústia e pela oposição entre o mundo material e o espiritual. Metáforas, antíteses e hipérboles são as figuras de linguagem mais usadas neste período. Podemos citar como principais representantes desta época: Bento Teixeira, autor de Prosopopéia; Gregório de Matos Guerra ( Boca do Inferno ), autor de várias poesias críticas e satíricas; e padre Antônio Vieira, autor de Sermão de Santo Antônio ou dos Peixes.
Neoclassicismo ou Arcadismo ( século XVIII )
O século XVIII é marcado pela ascensão da burguesia e de seus valores. Esse fato influenciou na produção da obras desta época. Enquanto as preocupações e conflitos do barroco são deixados de lado, entra em cena o objetivismo e a razão. A linguagem complexa é trocada por uma linguagem mais fácil. Os ideais de vida no campo são retomados ( fugere urbem = fuga das cidades ) e a vida bucólica passa a ser valorizada, assim como a idealização da natureza e da mulher amada. As principais obras desta época são: Obra Poética de Cláudio Manoel da Costa, O Uraguai de Basílio da Gama, Cartas Chilenas e Marília de Dirceu de Tomás Antonio Gonzaga, Caramuru de Frei José de Santa Rita Durão.
Romantismo ( século XIX )
A modernização ocorrida no Brasil, com a chegada da família real portuguesa em 1808, e a Independência do Brasil em 1822 são dois fatos históricos que influenciaram na literatura do período. Como características principais do romantismo, podemos citar : individualismo, nacionalismo, retomada dos fatos históricos importantes, idealização da mulher, espírito criativo e sonhador, valorização da liberdade e o uso de metáforas. As principais obras românticas que podemos citar : O Guarani de José de Alencar, Suspiros Poéticos e Saudades de Gonçalves de Magalhães, Espumas Flutuantes de Castro Alves, Primeiros Cantos de Gonçalves Dias. Outros importantes escritores e poetas do período: Casimiro de Abreu, Álvares de Azevedo, Junqueira Freire e Teixeira e Souza.
Realismo - Naturalismo ( segunda metade do século XIX )
Na segunda metade do século XIX, a literatura romântica entrou em declínio, juntos com seus ideais. Os escritores e poetas realistas começam a falar da realidade social e dos principais problemas e conflitos do ser humano. Como características desta fase, podemos citar : objetivismo, linguagem popular, trama psicológica, valorização de personagens inspirados na realidade, uso de cenas cotidianas, crítica social, visão irônica da realidade. O principal representante desta fase foi Machado de Assis com as obras : Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro e O Alienista. Podemos citar ainda como escritores realistas Aluisio de Azedo autor de O Mulato e O Cortiço e Raul Pompéia autor de O Ateneu.
Parnasianismo ( final do século XIX e início do século XX )
O parnasianismo buscou os temas clássicos, valorizando o rigor formal e a poesia descritiva. Os autores parnasianos usavam uma linguagem rebuscada, vocabulário culto, temas mitológicos e descrições detalhadas. Diziam que faziam a arte pela arte. Graças a esta postura foram chamados de criadores de uma literatura alienada, pois não retratavam os problemas sociais que ocorriam naquela época. Os principais autores parnasianos são: Olavo Bilac, Raimundo Correa, Alberto de Oliveira e Vicente de Carvalho.
Simbolismo ( fins do século XIX )
Esta fase literária inicia-se com a publicação de Missal e Broquéis de João da Cruz e Souza. Os poetas simbolistas usavam uma linguagem abstrata e sugestiva, enchendo suas obras de misticismo e religiosidade. Valorizavam muito os mistérios da morte e dos sonhos, carregando os textos de subjetivismo. Os principais representantes do simbolismo foram: Cruz e Souza e Alphonsus de Guimaraens.
Pré-Modernismo (1902 até 1922)
Este período é marcado pela transição, pois o modernismo só começou em 1922 com a Semana de Arte Moderna. Está época é marcada pelo regionalismo, positivismo, busca dos valores tradicionais, linguagem coloquial e valorização dos problemas sociais. Os principais autores deste período são: Euclides da Cunha (autor de Os Sertões), Monteiro Lobato, Lima Barreto, autor de Triste Fim de Policarpo Quaresma e Augusto dos Anjos.
Modernismo (1922 a 1930)
Este período começa com a Semana de Arte Moderna de 1922. As principais características da literatura modernista são : nacionalismo, temas do cotidiano (urbanos) , linguagem com humor, liberdade no uso de palavras e textos diretos. Principais escritores modernistas : Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Cassiano Ricardo, Alcântara Machado e Manuel Bandeira.
Neo-Realismo (1930 a 1945)
Fase da literatura brasileira na qual os escritores retomam as críticas e as denúncias aos grandes problemas sociais do Brasil. Os assuntos místicos, religiosos e urbanos também são retomados. Destacam-se as seguintes obras : Vidas Secas de Graciliano Ramos, Fogo Morto de José Lins do Rego, O Quinze de Raquel de Queiróz e O País do Carnaval de Jorge Amado. Os principais poetas desta época são: Vinícius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade e Cecilia Meireles.
20 de outubro - Dia do Poeta.
Amanhã, dia 20 de Outubro, é o Dia do Poeta.
"A poesia é a arte de materializar sombras e de dar existência ao nada".
Edmund Burke.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
O Leitor Ama !

" O CASTELO " DE FRANZ KAFKA

segunda-feira, 27 de setembro de 2010
DICAS DO BLOG LUZIFOTOGRAMA: CONHEÇA A BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL
Trata-se de um mapa do mundo em chinês produzido pelo missionário italiano Matteo Ricci, em 1574. O mapa, que seguia os princípios ocidentais da cartografia, então desconhecidos na China, passou por várias revisões entre 1574 e 1603. Os sacerdotes compatriotas de Ricci, Diego de Pantoja e Sabatino de Ursis, foram instruídos, por ordem imperial, para compor um livro explicando o mapa. Acervo: Biblioteca do Congresso Nacional dos Estados Unidos.
Coleção de oito páginas de documentos em linguagem pictográfica de parte do testemunho em um processo jurídico contra representantes do governo colonial no México, dez anos após a conquista espanhola em 1521. Acervo: Biblioteca do Congresso Nacional dos Estados Unidos.
O Mar de Monstros
Mais uma vez o escritor Rick Riordan junta com maestria fatos reais do nosso mundo atual com a mitologia grega, tentando “explicar” os estranhos sumiços no Triângulo das Bermudas, por exemplo. Percy descobre que existe algo de errado com o Acampamento e também com o seu melhor amigo, o Sátiro Grover, que saíra em busca do deus Pã, logo após conseguir a sua licença de buscador em sua última missão com Percy. Através de sonhos, Grover consegue se comunicar com Percy, pedindo ajuda, tudo isso graças a uma conexão empática que Grover havia estabelecido com ele. A missão principal é recuperar um artefato mágico conhecido como “Velocino de Ouro”.
Não é a toa que o livro se chama O Mar de Monstros, afinal eles realmente precisam passar por este mar, que fica escondido em algum lugar do oceano onde qualquer embarcação humana jamais conseguiria chegar. Durante a aventura de nossos heróis vários monstros e outros inimigos clássicos da mitologia grega são encontrados, como é o caso da ilha das Sereias, local onde Anabeth tem a brilhante e insana ideia de ouvir seu canto. Outros dois monstros muito conhecidos enfrentados são: Caríbdis e Squila (também conhecida como Cila).
Caríbdis e Squila
Polifemo























